Nome:.Padre Edson Stein.
Igreja:.Santa Edwiges.
Fund:.16/10/2000.
End:.R Santa Edwiges - 517.
Tel:.(51) 3442 72 81.



Mural da Secretaria



PROGRAMAÇÃO

Mês de julho

04/07 – 1ª sexta feira do mês – 18h30min – Adoração

19h00min– terço – 19h30min – missa do Apostolado

06/08 – batizados – Matriz

12/07 – Missa e encontro com os pais dos Cris mandos – 16h45min – Igreja N. Senhora Das Graças e 19 horas Igreja Santa Hedviges.

13/07 – Domingo – festa de São João – Salão Paroquial - Coordenação – Ejc da Paróquia – 13 às 18 horas.

18/07 - sexta-feira – 19 horas – Missa Crioula – Igreja Santa Hedviges e após Janta no CTG AMARANTO PEREIRA.

19/07 – 15 HORAS – BATIAZDOS – IGREJA N. SRA, DAS GRAÇAS

20/07 – 08 – BATIZADOS – IGREJA MATRIZ

24/07 - quinta-feira – PÓS –ENCONTRO ECC – 20 HORAS

27/07 – DOMONGO – ENCONTRÃOS DOS CATEQUISTAS DA ALVORADA- CASE DE RETIRO DAS IR. ESCOLARES – VIAMÃO – 8 ÀS 15 HORAS. TEMA: A PESSOA E PERFIL DO CATEQUISTA

MÊS DE AGOSTO

01/08 1ª SEXTA – FEIRA DO MÊS – 18h30min – ADORAÇÃO

19h00min – TERÇO

19h30min – MISSA DO APOSTOLADO

03/08 – DOMINGO- BATIZADOS – IGREJA MATRIZ

15 HORAS- CHA DAS MISSIONÁRIAS DE CAPELINHA – SALÃO PAROQUIAL

09/08- JANTAR NA COMUNIDADE SANTA RITA DE CÁSSIA - - 20 HORAS- BAIRO TOROTAMA

09/10/08 – DIA DOS PAIS – MISSA E BÊNÇÃO PELOS PAIS EM TODAS AS COMUNIDADES.

SEMANA DA FAMÍLIA – ORAÇÃO DO TERÇO TODAS AS NOITES, DE SEGUNDA A SÁBADO – NA MATRIZ – 20 HORAS-

16/08 – SÁBADO – 15 HORAS – BATIZADOS – N. SRA DAS GRAÇAS –

DOMINGO 08 – BATIZADOS NA MATRIZ

17/08 – ROMARIA VOCACIONAL DO VICARIATO DE GRAVATAÍ – ÔNIBUS A DISPOSIÇÃO NA SECRETARIA DA PARÓQUIA

23 E 24 DE AGOSTO- RETIRO DO GRUPO DE JOVENS DA PARÓQUIA – EJC- CASA DE RETIRO EM VIAMÃO

]25 A 29 – SEGUNDA SEMANA DE ESTUDO BIBLICO NA PARÓQUIA- NA SALA DE CATEQUESE – 20 HORAS – O NOVO TESTAMENT0C



Horário da missa
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Mural da Secretaria
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A Piscina e a Cruz
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As Tres Árvores
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Como matar sua Igreja
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Mini Curso da Biblia
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Dez conselhos de Bento XVI aos jovens>
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12 Desafios
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Escola de Deus
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Existirá dor maior...
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Fotos
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Litúrgia Diaria
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Nossa História
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O Significado da Celebração
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Os Tres Anjos
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Partes da Missa
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Relação Pais e Filhos
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Resposta de Jesus
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Sacramentos
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Santa Edwiges
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Santos do Dia
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Símbolos de Natal
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Via Sacra



     
1ª Estação: Jesus sentenciado à morte










2ª Estação: Jesus carrega a cruz










3ª Estação: Jesus cai, pela primeira vez,
com o peso da cruz










4ª Estação: Encontro com a Virgem










5ª Estação: o Cirineu ajuda o Senhor a
carregar a Cruz










6ª Estação: a Verônica enxuga o rosto de Jesus










7ª Estação: Segunda caída no caminho da Cruz










8ª Estação: Jesus consola as filhas de Jerusalém










9ª Estação: Jesus cai pela terceira vez










10ª Estação: Jesus é despojado de suas vestes










11ª Estação: Jesus é cravado na Cruz










12ª Estação: Jesus morre na Cruz










13ª Estação: Jesus em braços de sua mãe










14ª Estação: o corpo de Jesus é colocado no Sepulcro





ORAÇÃO À SANTA

Ó grande Santa


Hedviges, passastes a


vida ajudando e


amparando os pobres.


Agora, no céu,


intercedei pelos


abandonados, socorrei


os endividados que


não sabem como


saldar seus


compromissos. Sois


minha advogada


junto a Deus: Rogai


por mim. Eu presciso


tanto desta graça...


Acima de tudo, eu


vos peço: Rogai a


Deus por mim, para


que eu saiba perdoar


a quem me ofendeu, e


que eu só espalhe


por onde passar, o


profundo sentimento


cristão de saber


perdoar. Ensina-me


o verdadeiro espirito


de economia, para


que eu saiba usar


dos recursos que Deus


me concede, somente


para fazer o bem.


Assim aprenderei


a não gastar em


coisas supérfulas.


Ajudai-me a ser


motivo para as


pessoas se


reconciliareme


para todos viverem


na paz. Santa Hedviges,


defensora dos endividados,


rogai por mim.


Amem


.
Histórico:

- 01/03/2008 a 31/03/2008



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O TERÇO DE NOSSA SENHORA: BREVE HISTÓRICO




O Terço corresponde, como o próprio nome diz, à terça parte do Rosário.

O Rosário é um conjunto de 150 Ave Marias. Ele começou a ser rezado há muitos séculos atrás pelo povo simples que não tinha acesso à Bíblia. Como os religiosos tinham o costume de rezar o Saltério (os 150 Salmos da Bíblia), o povo criou o seu próprio Saltério, formado por 150 Ave Marias (oração fácil de se memorizar e recitar).

O tempo foi passando e esse Saltério popular (o Rosário) foi sofrendo modificações. Suas 150 Ave Marias foram divididas em 15 grupos, cada um formado por 10 Ave Marias. Depois, no começo de cada um desses grupos passou-se a rezar 1 Pai Nosso e a lembrar algum fato importante da vida de Jesus e Maria. Cada um desses grupos passou a chamar-se Mistério ou Dezena. Assim, cada Mistério ou Dezena é formado por 1 Pai Nosso e 10 Ave Marias.

Logo após, alguém resolveu agrupar os Mistérios, formando assim o Terço. Cada Terço passou a ser composto por 5 Mistérios ou Dezenas do Rosário. Veja, abaixo, um esquema que mostra bem tudo isso que colocamos até aqui:

O Rosário = 150 Ave Marias

O Rosário = 150 Ave Marias distribuídas entre 15 Mistérios ou Dezenas. Cada Mistério com 10 Ave Marias, começado com 1 Pai Nosso e uma lembrança da vida de Jesus e Maria.

O Terço = 150 Ave Marias divididas em 3 grupos. Cada um desses grupos é um Terço do Rosário e é formado por 5 Mistérios ou Dezenas.

Um Terço = 5 Mistérios = 50 Ave Marias.

Três Terços = 15 Mistérios = 150 Ave Marias, ou seja, o Rosário.

Difícil? Nem tanto. O importante é saber que o Rosário e o Terço de Nossa Senhora tiveram origem na Bíblia e é uma forma de devoção muito importante junto ao povo.

Aliás o modelo de Terço proposto nas próximas páginas baseia-se quase que inteiramente na Bíblia, pois cada Mistério está embasado em alguma passagem bíblica. Além disso, a própria oração da Ave Maria está nos primeiros capítulos do Evangelho segundo São Lucas (na Anunciação do Anjo à Maria e na saudação de Isabel quando Maria foi visitá-la). O Pai Nosso também está na Bíblia (veja nos Evangelhos segundo S. Mateus e S. Lucas). Os dois únicos Mistérios que não estão diretamente na Bíblia são: Assunção e Coroação de Maria. Mesmo assim, as passagens bíblicas insinuam principalmente a realeza de Maria (veja em Apocalipse cap.12).

Claro que, enquanto orações da Igreja Católica Apostólica Romana, o Rosário e o Terço também baseiam-se na tradição milenar de nossa Igreja. Por isso, se você não for católico ou respeitador desta religião, não adianta procurar motivos para combater estas orações. Da mesma forma que outras religiões têm o direito de, baseados na Bíblia, criarem suas próprias orações (por sinal, bem inspiradas), o povo católico, ao longo de seus quase 2000 anos de caminhada, tem o mesmo direito. E o antigo Saltério popular ( os atuais Rosário e Terço de Nossa Senhora) são essas nossas orações que partiram da Bíblia.

Último detalhe: o povo, em sua caminhada, acrescentou ao Terço o Creio (resumo de nossa fé católica), o Glória ao Pai (louvação ao Deus formado por três pessoas) e a Salve Raínha (saudação à Mãe de Jesus, nossa Mãe desde a entrega dela ao discípulo amado quando Jesus estava na Cruz).




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EDWIGES: UMA SANTA SIMPÁTICA







     :: Artigos ::

EDWIGES: UMA SANTA SIMPÁTICA


Nos séculos doze e treze estamos nos aproximando do fim da Idade Média, para muitos considerado um período de trevas. A verdade não é bem essa, pois ela carrega consigo os germes da modernidade. Neste período, a Igreja Católica teve grandes teólogos e contribuiu decisivamente com a reflexão filosófica. Bastaria lembrar os nomes de São Boaventura, Santo Anselmo, Santo Alberto Magno e Santo Tomás de Aquino, todos luminares que souberam compreender a vida à luz da fé e da razão.

No século doze devemos ainda lembrar de São Bruno, São Norberto, São Bernardo e São Tomás Becket. Do século treze não nos esquecemos de São Domingos, São Francisco de Assis, Santo Antônio, Santa Clara, Santa Isabel da Hungria, São Luís IX de França e São Raimundo de Peñafort. Foram dois séculos de santos. É neste contexto que se encontra também Santa Edwiges, filha da tradição Eslava, a nossa simpática santa, que trazemos guardada em nosso coração.

Os tempos de Santa Edwiges (1174-1243) foram de graça e pecado. Graça manifesta na fecundidade da Igreja Católica em oferecer ao mundo filhos ilustres e santos que ajudaram na reflexão e na transformação da sociedade. Pecado presente na miséria que rondou muitos países da Europa, tantas vezes dizimada pela fome e pela peste. A Igreja Católica nunca deixou de estender a sua mão aos empobrecidos, levando-lhes o auxílio e o conforto necessário para apaziguar a dor e o sofrimento.
Nestes dois séculos a vida interna da Igreja estava repleta de desafios. Era grande a ignorância da fé, o que propiciava um rápido desenvolvimento de modos de vida religiosa incompatíveis com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Foi por este motivo que Santo Tomás de Aquino escreveu a "Suma Contra os Gentios" para contribuir com os clérigos no trabalho de uma límpida divulgação da fé que pudesse ajudar as pessoas a se libertarem da escravidão da ignorância religiosa.

Havia na Igreja um grande desejo de missão, de ir ao encontro das pessoas, levá-las a fazerem uma experiência pessoal de encontro com Jesus Cristo e com o seu Evangelho de Salvação. Esta foi uma das razões do surgimento das ordens religiosas mendicantes, sobretudo os Dominicanos, com São Domingos de Gusmão, e os Franciscanos, com São Francisco de Assis. Eram frades itinerantes, andavam pelas vias, aldeias e cidades anunciando a Salvação de Jesus Cristo.

Santa Edwiges não foi teóloga ou filósofa como Santo Tomás ou Santo Alberto. Não foi fundadora de congregação como São Domingos ou São Francisco. Mas se não teve a erudição filosófico-teológica ou a audácia dos santos fundadores de comunidades religiosas, nada deixou a desejar com uma vida de santidade que frutificou como resposta ao amor santificador de Deus, através da vida cotidiana como mulher, mãe, esposa e amante dos empobrecidos. Ela viveu o ordinário de modo extraordinário.

Na vida exemplar da nobre Santa Edwiges, Duquesa da Silésia, verificamos que a ação santificadora de Deus também produz preciosos frutos na vida dos que viveram no meio da fortuna, mas que não se encantaram com ela, pois fascinadas pelo único tesouro que é Jesus Cristo abandonaram o que a traça e a ferrugem corroem para abraçarem o único tesouro que permanece para sempre, a Vida de Deus em nós. O que podia ser causa de pecado tornou-se instrumento para o exercício da caridade.

"Pelos frutos se conhece a árvore". Os pais de Santa Edwiges ofereceram à Igreja dois bispos, uma abadessa, uma rainha que se tornou mãe de uma santa, Santa Isabel da Hungria. Dos sete filhos de Santa Edwiges, seis morreram antes dela. Uma vez viúva, seguindo os conselhos de São Paulo, dedicou a sua vida à oração e ao serviço da Igreja, expressando o amor de Deus aos empobrecidos que vinham ao seu encalço. O seu ardente amor à Eucaristia fez dela uma benfeitora dos sacerdotes.

Com Santa Edwiges aprendemos que a santidade é proposta, também, a nós pobres pecadores, que muitas vezes nos sentimos indignos dos mistérios de Deus. Ela nos propõe viver santamente a nossa vida cotidiana, transfigurando o nosso ser e o nosso agir pela graça de Deus que nos é continuamente oferecida pela sua Palavra e pelos Sacramentos que a Igreja Católica coloca à nossa disposição. Ouçamos o chamado de Jesus Cristo: "Sede santos como vosso Pai celeste é santo" (Mateus 5,48).

+ Tomé Ferreira da Silva

Bispo Auxiliar de São Paulo





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HEDWIGES e o CRUCIFICADO
Uma característica muito marcante de nossa Santa Edwiges foi a sua corajosa independência na pratica da vida religiosa. Isto se percebe especialmente na prática severa da ascese e outras formas de devoção cristã. Não era uma prática devota fechada, tampouco algo feito para aparecer. Eram atitudes sinceras, com intensidade e empenho. Edwiges as fazia em diversas situações e com as mais variadas pessoas por perto, o que levava muitos a questionarem-se a respeito e a valorizar a Fé não apenas como algo funcional, mas como estilo de vida e fonte de sabedoria.
Embora estivesse sempre muito ativa na sociedade de seu tempo e nas necessidades do mundo e de seu mundo, marcado pela presença da corte, Edwiges vivia sempre na presença de Deus. Dedicava muitas horas para a oração todos os dias. Era comum que se dirigisse à Igreja para orar durante a noite inteira. As religiosas do Mosteiro de Trzebnica ficaram curiosas para saber como Edwiges se comportava nas longas horas noturnas de oração e se esconderam para observá-la. Viram a Duquesa perante o altar orar horas e horas, de modo muito simples e sincero.
Conta-se que estas mesmas religiosas viram um prodígio acontecer com nossa Santa Edwiges, em uma certa noite. Um crucifixo, perante o qual Edwiges orava, teve o crucificado que deslocou seu braço e levou-o em direção a Edwiges. Abençoou a Duquesa e dialogou com ela. Segundo os testemunhos ele teria dito algo assim: “Tuas preces foram ouvidas. Receberás o que pediste!” Esse relato é freqüentemente representado em quadros que retratam a Santa orando, perante o crucifixo. E de um modo muito especial na Igreja do Convento de Trzebnica, no próprio lugar do evento, há um quadro de estilo barroco representando o fato. Há também uma placa em latim, onde se lê: “In hoc loco benedixit Christus ex cruce St. Hedwigem”, que traduzido quer dizer: “Neste lugar o Cristo abençoou, da Cruz, a Santa Edwiges”.
HEDWIGES: Uma mulher de Fé
A Duquesa Edwiges participava nos momentos de oração comunitários. Eram os chamados Ofícios Divinos. Era comum que, ao ouvir o sinal para o início do Ofício, Edwiges se dirigia para a Capela do Castelo ou, se ela estivesse hospedada em algum convento, ela se dirigia para o local das orações. Seus biógrafos dizem que, independente do clima que fazia, fosse calor, chuva ou frio, Edwiges não deixava de tomar parte nos citados Ofícios Divinos. Isto mesmo se a Igreja estivesse distante de sua hospedagem.
Aliás, Edwiges evitava assistir às práticas religiosas no seu próprio castelo, como era comum que os nobres fizessem naqueles tempos. Ela se esforçava em participar com seu povo, na Igreja. Isto marcava muito seus súditos que a viam de um modo absolutamente piedoso e fiel.
Seu amor ao Santíssimo Sacramento era algo admirável. Isto a levava a assistir não apenas uma Missa ao dia, mas todas as Missas que pudesse se fazer presente. Naquele tempo não havia a concelebração, quando vários Padres se reúnem para celebrar juntos a Eucaristia. A prática era que cada Padre celebrava uma Missa. Assim, era comum que, onde houvesse muitos Padres, acabando uma celebração, outra começava. E Edwiges ficava para assistir a celebração.
Quando um Padre vinha ao seu encontro na corte por algum assunto político ou assistencial, tinha de celebrar a Eucaristia para que Edwiges pudesse participar. Chegava a acontecer que os capelães da corte se queixassem de muito trabalho.
Edwiges admirava muito um Santo que teve grande devoção popular na baixa Idade Média: São Bernardo de Claraval. Como ele, ela também fazia a constante meditação da Paixão e Morte de Jesus e levava as pessoas da corte a fazer o mesmo.
Em tudo isto é notável que Edwiges, embora fosse uma dama nobre, com responsabilidades políticas, além de esposa e mãe, não hesitava em viver intensamente sua fé, comprometendo-se com seu povo que a via viver esta fé. Isto marcou profundamente a memória de seu reino, levando-a a ser reconhecida como uma pessoa além de caridosa, extremamente fiel à sua fé.

EDWIGES:
Sempre atenta aos necessitados
Na celebração de canonização de Edwiges, no ano de 1267, o Papa Clemente 4º a apresentava como exemplo digno de ser imitado no que se refere à pratica do amor ao próximo. Chegou até a indicar alguns trechos da Escritura em que Edwiges se inspirava para sua assistência social e auxílio dos necessitados.
O Papa disse que Edwiges gravou em seu coração as palavras do Senhor: “Sede pois, misericordiosos como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6, 36). Edwiges espalhava o bem entre os necessitados, com rapidez e decisão, como se tivesse sempre em mente as palavras do Evangelho: “E respondendo, o Rei lhes dirá: ‘Em verdade vos digo que, quantas vezes vós fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim é que o fizestes’” (Mateus 25, 40).
Edwiges ajudava os pobres, cuidava dos doentes e famintos, tratava com carinho e atenção às parturientes e jamais esquecia as viúvas e órfãos. Em qualquer parte onde pudesse perceber necessidades e falta de recursos, acorria em auxílio, guiada pelo amor de seu coração. E não fazia isto como outras princesas ou rainhas que mandavam seus serviçais, mas sim ia pessoalmente e apresentava sua ajuda, seguindo as palavras do Mestre que diz: “Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia” (Mateus 5, 7).
A Duquesa Edwiges tinha como princípio que nenhum dos pobres e necessitados sofresse fome no castelo ducal de Wroclaw. Isto motivou-a a construir uma cozinha para os pobres sob a direção de um cozinheiro experiente. Para os que tinham forme havia um cozinheiro e auxiliares à vontade.
HEDWIGES:
Um pouco de seu estilo
A Duquesa Edwiges era uma mulher que lia a Bíblia. E isto em um tempo que saber ler era coisa rara. Raros também eram os livros e assim quem os tinha e compreendia eram minoria. Edwiges fazia parte deste grupo.
Lê-se na obra “Vita Santae Hedwiges”: "Das coisas visíveis passava às invisíveis, na beleza reconhecia o mais Belo e, sem que isto bastasse, nas criaturas admirava a grandeza do Criador. Por isso, com freqüência levantava os olhos ao céu para, admirando a magnificência das estrelas e a beleza dos céus, incitar a sua alma a amar a própria pátria celeste. Por isso parecia que, às vezes, da meditação sobre as estrelas e corpos celestes, desviava o olhar até o trono da Suprema Majestade e, nestes momentos, o raio da divina magnificência transpassava o seu ser, o que é visto de fora como êxtase”.
Edwiges interessava-se pelo mundo da natureza criada por Deus, sabia também ler este magnífico livro e meditar sobre ele. Quem lhe ensinara isso? O contado de Edwiges com as Ordens mendicantes chegadas a Wroclaw no início do século 13 certamente introduziu novos impulsos na sua vida. Aliás, um dos confessores de Edwiges, o mais citado em sua biografia, é o Frei Herbord, Fransciscano. Foi a ele que recorreu a nora, Duquesa Anna, para que reduzisse o zelo de Edwiges para com as penitências corporais.
Com o surgimento das novas ordens monacais na Silésia, aparece o novo ideal de santidade, acentuando principalmente as virtudes da humildade, pobreza e amor ao próximo, expressando tudo isto sob forma da prática da caridade. Por isso, ao lado das até agora destacadas renúncias, cada vez mais importantes se tornam as características positivas da vida cristã.
Edwiges é a primeira mulher na Polônia que seguiu o estilo de ser e viver das ordens mendicantes. Nelas estão em evidência a ascese espontânea e a prática da pobreza voluntária. Isto levará Edwiges a assumir com facilidade a vida de oração com uma intensidade notável. Assim foi que ela viveu em um mundo cheio de preocupações, contradições e tensões mas foi sempre uma fiel seguidora de Cristo e da Igreja.






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C O M O . M A N U S E A R . A . B Í B L I A



Como manusear a Bíblia?

Para manusear a Bíblia é necessário seguir alguns passos:

Saber o Nome ou o Título do Livro - ver se o Livro está no Antigo ou no Novo Testamento. (oriente-se pelo índice). No índice, verifique a abreviatura do Livro.

Número do Capítulo está sempre em tamanho grande, no início do capítulo do Livro.

Número do versículo está sempre em tamanho menor, espalhado pelo meio do texto.

Entre o número do capítulo e do versículo vai sempre uma vírgula.

Se o texto abranger mais de um versículo, então se separa a seqüência dos versículos por um traço.

Ás vezes encontramos um “s” ou dois “ss” depois do versículo. Quer dizer “versículo seguinte” ou “versículos seguintes”.

Ás vezes encontramos um “a” ou um “b” após o versículo. Indicam se é a primeira ou a segunda parte do versículo. Isso acontece quando o versículo é formado por uma ou mais frases.

 





 

Qual a diferença entre a Bíblia Católica e a Bíblia “protestante”
Existe uma diferença quanto ao número de Livros. O Novo Testamento da Bíblia evangélica e o nosso são iguais = 27 Livros. Mas o Antigo Testamento da Bíblia evangélica ou protestante não possui 7 Livros que fazem parte da Bíblia Católica.

A Bíblia dos evangélicos não possui o Livro de Judite, Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, I Macabeus e II Macabeus. Além disso, o Livro de Daniel na Bíblia protestante, não tem os capítulos 13 e 14, e os versículos 24 a 90 do capítulo 3. Não tem também os capítulos 11 a 16 de Ester.

Explicação:

Os judeus eram radicalmente nacionalistas. Por isso, achavam que Deus só poderia inspirar os Livros escritos na língua dos judeus, que era o hebraico e o aramaico. Achavam também que a Palavra de Deus só poderia ser escrita dentro do território de Israel, e até o tempo de Esdras.

Quando os judeus começaram a se espalhar pelo mundo, logo após a destruição de Jerusalém (ano 70 d.C), eles mesmos viram a necessidade de traduzir o Livro Sagrado para o grego, que era a língua mais universal daquela época. E, nessa tradução foram incluídos esses 7 Livros (que estavam escritos em grego). Foi daí que surgiram as discussões. Os fariseus que zelavam pela pureza e conservação das escrituras Sagradas não quiseram aceitar esses 7 Livros como inspirados por Deus. Isso não quer dizer que tanto uma como a outra não são verdadeiras.

Todas as duas são Palavra de Deus.

Um Livro escrito em mutirão

Hoje qualquer pessoa tem acesso ao Livro mais famoso do mundo: a Bíblia Sagrada. Ela já foi traduzida para todas as línguas (aproximadamente em 1685 idiomas).

A Bíblia foi escrita por partes e em diversas etapas. Começou a ser escrita, mais ou menos, pelo ano 1250 antes de Cristo - no tempo de Moisés - quando o faraó Ramsés II governava o Egito. A última parte da Bíblia foi escrita no final da vida do evangelista e apóstolo São João, por volta do ano 100 depois de Cristo. Portanto, foram necessários 1350 anos para a Bíblia ser escrita.

O Museu Britânico e a Biblioteca do Vaticano guardam as cópias mais antigas da Bíblia.

02 - No que foi escrita a Bíblia?

No tempo que foi escrita a Bíblia não existia papel como hoje, muito menos as máquinas impressoras. A Bíblia foi escrita à mão, e em diversos materiais, como cerâmica, papiro e pergaminho.

CERÂMICA: conhecida como a arte mais antiga da humanidade. O barro servia para fazer desde vasos, até chapas, nas quais se escrevia. Muitos textos bíblicos foram escritos nesses "tijolos".

PAPIRO: planta originária do Egito. Nascia e crescia espontaneamente às margens do Rio Nilo, chegando até a altura de 4 metros. Do Egito o papiro passou para a Síria, Sicília e Palestina (onde foi escrita a Bíblia). Do papiro era feita uma espécie de folha de papel para nela se escrever. Seu caniço era aberto em tiras e prensado ainda úmido. O papiro era ainda usado na fabricação de barcos e cestos. Dizem que 3.000 a.C os egípcios já escreviam no papiro. Tais folhas eram escritas só de um lado e depois guardadas em rolos. Daí que veio a palavra BÍBLIA. A folha tirada do caule do papiro chamava-se BIBLOS.

BIBLOS Livro (plural de Biblos = BÍBLIA)

BÍBLIA os livros ou coleção de livros.

PERGAMINHO: feito de couro curtido de carneiro. Começou a ser usado como "papel" na cidade de Pérgamo, pelo rei Éumens II 200 a.C. Pérgamo era uma importante cidade da Ásia Menor. Os egípcios, com inveja da grande importância da biblioteca de Pérgamo, não quiseram mais vender papiro para os moradores daquela cidade. Por isso, o rei de Pérgamo se viu obrigado a usar outro material para a escrita, que foi a pele de ovelha. O pergaminho se espalhou rapidamente para outras regiões.

Os pergaminhos, assim como as folhas de papiro, não eram "encadernados" num livro como fazemos hoje. Os antigos ligavam umas folhas às outras e faziam "rolos".

03 - Como a Bíblia está dividida e em que língua



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- Postado por: Padre Edson às 16h49
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1º ENCONTRO DE JOVENS COM CRISTO DA PARÓQUIA SANTA HEDVIGES




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