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Nome:.Padre Edson Stein. Igreja:.Santa Edwiges. Fund:.16/10/2000. End:.R Santa Edwiges - 517. Tel:.(51) 3442 72 81. Mural da SecretariaHorário da missa ------------------------------- Mural da Secretaria ------------------------------- A Piscina e a Cruz ------------------------------- As Tres Árvores ------------------------------- Como matar sua Igreja ------------------------------- Mini Curso da Biblia ------------------------------- Dez conselhos de Bento XVI aos jovens> ------------------------------- 12 Desafios ------------------------------- Escola de Deus ------------------------------- Existirá dor maior... ------------------------------- Fotos ------------------------------- Litúrgia Diaria ------------------------------- Nossa História ------------------------------- O Significado da Celebração ------------------------------- Os Tres Anjos ------------------------------- Partes da Missa ------------------------------- Relação Pais e Filhos ------------------------------- Resposta de Jesus ------------------------------- Sacramentos ------------------------------- Santa Edwiges ------------------------------- Santos do Dia ------------------------------- Símbolos de Natal ------------------------------- Via SacraORAÇÃO À SANTA- 01/03/2008 a 31/03/2008 | |
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O Terço corresponde, como o próprio nome diz, à terça parte do Rosário.
HEDWIGES e o CRUCIFICADO Uma característica muito marcante de nossa Santa Edwiges foi a sua corajosa independência na pratica da vida religiosa. Isto se percebe especialmente na prática severa da ascese e outras formas de devoção cristã. Não era uma prática devota fechada, tampouco algo feito para aparecer. Eram atitudes sinceras, com intensidade e empenho. Edwiges as fazia em diversas situações e com as mais variadas pessoas por perto, o que levava muitos a questionarem-se a respeito e a valorizar a Fé não apenas como algo funcional, mas como estilo de vida e fonte de sabedoria. Embora estivesse sempre muito ativa na sociedade de seu tempo e nas necessidades do mundo e de seu mundo, marcado pela presença da corte, Edwiges vivia sempre na presença de Deus. Dedicava muitas horas para a oração todos os dias. Era comum que se dirigisse à Igreja para orar durante a noite inteira. As religiosas do Mosteiro de Trzebnica ficaram curiosas para saber como Edwiges se comportava nas longas horas noturnas de oração e se esconderam para observá-la. Viram a Duquesa perante o altar orar horas e horas, de modo muito simples e sincero. Conta-se que estas mesmas religiosas viram um prodígio acontecer com nossa Santa Edwiges, em uma certa noite. Um crucifixo, perante o qual Edwiges orava, teve o crucificado que deslocou seu braço e levou-o em direção a Edwiges. Abençoou a Duquesa e dialogou com ela. Segundo os testemunhos ele teria dito algo assim: “Tuas preces foram ouvidas. Receberás o que pediste!” Esse relato é freqüentemente representado em quadros que retratam a Santa orando, perante o crucifixo. E de um modo muito especial na Igreja do Convento de Trzebnica, no próprio lugar do evento, há um quadro de estilo barroco representando o fato. Há também uma placa em latim, onde se lê: “In hoc loco benedixit Christus ex cruce St. Hedwigem”, que traduzido quer dizer: “Neste lugar o Cristo abençoou, da Cruz, a Santa Edwiges”. HEDWIGES: Uma mulher de Fé A Duquesa Edwiges participava nos momentos de oração comunitários. Eram os chamados Ofícios Divinos. Era comum que, ao ouvir o sinal para o início do Ofício, Edwiges se dirigia para a Capela do Castelo ou, se ela estivesse hospedada em algum convento, ela se dirigia para o local das orações. Seus biógrafos dizem que, independente do clima que fazia, fosse calor, chuva ou frio, Edwiges não deixava de tomar parte nos citados Ofícios Divinos. Isto mesmo se a Igreja estivesse distante de sua hospedagem. Aliás, Edwiges evitava assistir às práticas religiosas no seu próprio castelo, como era comum que os nobres fizessem naqueles tempos. Ela se esforçava em participar com seu povo, na Igreja. Isto marcava muito seus súditos que a viam de um modo absolutamente piedoso e fiel. Seu amor ao Santíssimo Sacramento era algo admirável. Isto a levava a assistir não apenas uma Missa ao dia, mas todas as Missas que pudesse se fazer presente. Naquele tempo não havia a concelebração, quando vários Padres se reúnem para celebrar juntos a Eucaristia. A prática era que cada Padre celebrava uma Missa. Assim, era comum que, onde houvesse muitos Padres, acabando uma celebração, outra começava. E Edwiges ficava para assistir a celebração. Quando um Padre vinha ao seu encontro na corte por algum assunto político ou assistencial, tinha de celebrar a Eucaristia para que Edwiges pudesse participar. Chegava a acontecer que os capelães da corte se queixassem de muito trabalho. Edwiges admirava muito um Santo que teve grande devoção popular na baixa Idade Média: São Bernardo de Claraval. Como ele, ela também fazia a constante meditação da Paixão e Morte de Jesus e levava as pessoas da corte a fazer o mesmo. Em tudo isto é notável que Edwiges, embora fosse uma dama nobre, com responsabilidades políticas, além de esposa e mãe, não hesitava em viver intensamente sua fé, comprometendo-se com seu povo que a via viver esta fé. Isto marcou profundamente a memória de seu reino, levando-a a ser reconhecida como uma pessoa além de caridosa, extremamente fiel à sua fé. EDWIGES: Sempre atenta aos necessitados Na celebração de canonização de Edwiges, no ano de 1267, o Papa Clemente 4º a apresentava como exemplo digno de ser imitado no que se refere à pratica do amor ao próximo. Chegou até a indicar alguns trechos da Escritura em que Edwiges se inspirava para sua assistência social e auxílio dos necessitados. O Papa disse que Edwiges gravou em seu coração as palavras do Senhor: “Sede pois, misericordiosos como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6, 36). Edwiges espalhava o bem entre os necessitados, com rapidez e decisão, como se tivesse sempre em mente as palavras do Evangelho: “E respondendo, o Rei lhes dirá: ‘Em verdade vos digo que, quantas vezes vós fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequeninos, a Mim é que o fizestes’” (Mateus 25, 40). Edwiges ajudava os pobres, cuidava dos doentes e famintos, tratava com carinho e atenção às parturientes e jamais esquecia as viúvas e órfãos. Em qualquer parte onde pudesse perceber necessidades e falta de recursos, acorria em auxílio, guiada pelo amor de seu coração. E não fazia isto como outras princesas ou rainhas que mandavam seus serviçais, mas sim ia pessoalmente e apresentava sua ajuda, seguindo as palavras do Mestre que diz: “Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia” (Mateus 5, 7). A Duquesa Edwiges tinha como princípio que nenhum dos pobres e necessitados sofresse fome no castelo ducal de Wroclaw. Isto motivou-a a construir uma cozinha para os pobres sob a direção de um cozinheiro experiente. Para os que tinham forme havia um cozinheiro e auxiliares à vontade. HEDWIGES: Um pouco de seu estilo A Duquesa Edwiges era uma mulher que lia a Bíblia. E isto em um tempo que saber ler era coisa rara. Raros também eram os livros e assim quem os tinha e compreendia eram minoria. Edwiges fazia parte deste grupo. Lê-se na obra “Vita Santae Hedwiges”: "Das coisas visíveis passava às invisíveis, na beleza reconhecia o mais Belo e, sem que isto bastasse, nas criaturas admirava a grandeza do Criador. Por isso, com freqüência levantava os olhos ao céu para, admirando a magnificência das estrelas e a beleza dos céus, incitar a sua alma a amar a própria pátria celeste. Por isso parecia que, às vezes, da meditação sobre as estrelas e corpos celestes, desviava o olhar até o trono da Suprema Majestade e, nestes momentos, o raio da divina magnificência transpassava o seu ser, o que é visto de fora como êxtase”. Edwiges interessava-se pelo mundo da natureza criada por Deus, sabia também ler este magnífico livro e meditar sobre ele. Quem lhe ensinara isso? O contado de Edwiges com as Ordens mendicantes chegadas a Wroclaw no início do século 13 certamente introduziu novos impulsos na sua vida. Aliás, um dos confessores de Edwiges, o mais citado em sua biografia, é o Frei Herbord, Fransciscano. Foi a ele que recorreu a nora, Duquesa Anna, para que reduzisse o zelo de Edwiges para com as penitências corporais. Com o surgimento das novas ordens monacais na Silésia, aparece o novo ideal de santidade, acentuando principalmente as virtudes da humildade, pobreza e amor ao próximo, expressando tudo isto sob forma da prática da caridade. Por isso, ao lado das até agora destacadas renúncias, cada vez mais importantes se tornam as características positivas da vida cristã. Edwiges é a primeira mulher na Polônia que seguiu o estilo de ser e viver das ordens mendicantes. Nelas estão em evidência a ascese espontânea e a prática da pobreza voluntária. Isto levará Edwiges a assumir com facilidade a vida de oração com uma intensidade notável. Assim foi que ela viveu em um mundo cheio de preocupações, contradições e tensões mas foi sempre uma fiel seguidora de Cristo e da Igreja.
Como manusear a Bíblia? Saber o Nome ou o Título do Livro - ver se o Livro está no Antigo ou no Novo Testamento. (oriente-se pelo índice). No índice, verifique a abreviatura do Livro. Número do Capítulo está sempre em tamanho grande, no início do capítulo do Livro. Número do versículo está sempre em tamanho menor, espalhado pelo meio do texto. Entre o número do capítulo e do versículo vai sempre uma vírgula. Se o texto abranger mais de um versículo, então se separa a seqüência dos versículos por um traço. Ás vezes encontramos um “s” ou dois “ss” depois do versículo. Quer dizer “versículo seguinte” ou “versículos seguintes”. Ás vezes encontramos um “a” ou um “b” após o versículo. Indicam se é a primeira ou a segunda parte do versículo. Isso acontece quando o versículo é formado por uma ou mais frases.
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Qual a diferença entre a Bíblia Católica e a Bíblia “protestante” A Bíblia dos evangélicos não possui o Livro de Judite, Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, I Macabeus e II Macabeus. Além disso, o Livro de Daniel na Bíblia protestante, não tem os capítulos 13 e 14, e os versículos 24 a 90 do capítulo 3. Não tem também os capítulos 11 a 16 de Ester. Explicação: Os judeus eram radicalmente nacionalistas. Por isso, achavam que Deus só poderia inspirar os Livros escritos na língua dos judeus, que era o hebraico e o aramaico. Achavam também que a Palavra de Deus só poderia ser escrita dentro do território de Israel, e até o tempo de Esdras. Quando os judeus começaram a se espalhar pelo mundo, logo após a destruição de Jerusalém (ano 70 d.C), eles mesmos viram a necessidade de traduzir o Livro Sagrado para o grego, que era a língua mais universal daquela época. E, nessa tradução foram incluídos esses 7 Livros (que estavam escritos em grego). Foi daí que surgiram as discussões. Os fariseus que zelavam pela pureza e conservação das escrituras Sagradas não quiseram aceitar esses 7 Livros como inspirados por Deus. Isso não quer dizer que tanto uma como a outra não são verdadeiras. Todas as duas são Palavra de Deus. Um Livro escrito em mutirão Hoje qualquer pessoa tem acesso ao Livro mais famoso do mundo: a Bíblia Sagrada. Ela já foi traduzida para todas as línguas (aproximadamente em 1685 idiomas). A Bíblia foi escrita por partes e em diversas etapas. Começou a ser escrita, mais ou menos, pelo ano 1250 antes de Cristo - no tempo de Moisés - quando o faraó Ramsés II governava o Egito. A última parte da Bíblia foi escrita no final da vida do evangelista e apóstolo São João, por volta do ano 100 depois de Cristo. Portanto, foram necessários 1350 anos para a Bíblia ser escrita. O Museu Britânico e a Biblioteca do Vaticano guardam as cópias mais antigas da Bíblia. 02 - No que foi escrita a Bíblia? No tempo que foi escrita a Bíblia não existia papel como hoje, muito menos as máquinas impressoras. A Bíblia foi escrita à mão, e em diversos materiais, como cerâmica, papiro e pergaminho. CERÂMICA: conhecida como a arte mais antiga da humanidade. O barro servia para fazer desde vasos, até chapas, nas quais se escrevia. Muitos textos bíblicos foram escritos nesses "tijolos". PAPIRO: planta originária do Egito. Nascia e crescia espontaneamente às margens do Rio Nilo, chegando até a altura de 4 metros. Do Egito o papiro passou para a Síria, Sicília e Palestina (onde foi escrita a Bíblia). Do papiro era feita uma espécie de folha de papel para nela se escrever. Seu caniço era aberto em tiras e prensado ainda úmido. O papiro era ainda usado na fabricação de barcos e cestos. Dizem que 3.000 a.C os egípcios já escreviam no papiro. Tais folhas eram escritas só de um lado e depois guardadas em rolos. Daí que veio a palavra BÍBLIA. A folha tirada do caule do papiro chamava-se BIBLOS. BIBLOS Livro (plural de Biblos = BÍBLIA) BÍBLIA os livros ou coleção de livros. PERGAMINHO: feito de couro curtido de carneiro. Começou a ser usado como "papel" na cidade de Pérgamo, pelo rei Éumens II 200 a.C. Pérgamo era uma importante cidade da Ásia Menor. Os egípcios, com inveja da grande importância da biblioteca de Pérgamo, não quiseram mais vender papiro para os moradores daquela cidade. Por isso, o rei de Pérgamo se viu obrigado a usar outro material para a escrita, que foi a pele de ovelha. O pergaminho se espalhou rapidamente para outras regiões. Os pergaminhos, assim como as folhas de papiro, não eram "encadernados" num livro como fazemos hoje. Os antigos ligavam umas folhas às outras e faziam "rolos". 03 - Como a Bíblia está dividida e em que língua |
- Postado por: Padre Edson às 16h49 [ ] [ envie esta mensagem ]
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